Segundo Neneh Cherry, a música fala sobre “os sete primeiros segundos na vida de uma criança que acaba de nascer e não conhece nem os problemas nem a violência do nosso mundo”. O single, lançado em 1994, teve um enorme sucesso comercial, ficando nas paradas durante quase seis meses e chegando a TOP3 em vários países. O hit ficou no topo da parada francesa durante dezesseis semanas seguidas.
“J’assume les raisons qui nous poussent de changer tout,
J’aimerais qu’on oublie leur couleur pour qu’ils esperent
Beaucoup de sentiments de race qui font qu’ils desesperent
Je veux les portes grandements ouvertes,
Des amis pour parler de leur peine, de leur joie
Pour qu’ils leur filent des infos qui ne divisent pas
Changer”
Em um pouco mais de dez anos de carreira Bénabar se impôs como um dos cantores franceses mais populares, e suas três “Victoires de la Musique” atestam a qualidade de seu repertório. Após ter passado por Risques du métier (2003) sem nunca interromper uma Reprise des négociations (2005) com seus fãs, o Infréquentable (2008) volta com um novo álbum Les Bénéfices du doute (2011). O single de estreia, Politiquement correct fala justamente… isso – ser politicamente correto, mas o cantor, em um conjunto completo da obra, foge um pouco da musicalidade e da harmonia que havia nos outros álbuns. O álbum já começa com a frase “Je suis politiquement correct, mais moi j’t'emmerde” ou “Eu sou politicamente correto, f***-se“. Ouvindo, gostei de algumas músicas, mas o álbum não é o melhor da carreira do artista. Há quem diga que agora ele fala mais sobre viver a vida como ela é, no respeito ao outro.
Toma nasceu um pouco em todos os lugares, como ele canta no seu novo álbum. Na periferia parisiense mas também na Jamaica, tanto na província quanto na capital, nas casas de músicos e poetas. Desse percurso atípico, ele retirou um estilo pessoal, uma fórmula violão-voz com arranjos bem trabalhados, um canto contestatório e preciso. Com eficácia, verbos frontais e um refrão que prende, ele lançou em junho desse ano Les bâtisseurs de France, uma coletânea pessoal que traz de volta o gosto da contestação a uma canção francesa que parecia estar esquecida.
Toma est né un peu partout, comme il le chante sur son nouvel album. En banlieue parisienne mais aussi en Jamaïque, en province comme à la capitale, chez les musiciens, les chansonniers et les poètes. De ce parcours atypique, il a retiré un style personnel, une formule guitare-voix aux arrangements travaillés, un chant contestataire qui vise juste. Plume efficace, verbe frontal et refrain accrocheurs, il livre aujourd’hui «Les bâtisseurs de France», un recueil personnel qui redonne le goût de la contestation à une chanson française qui semblait l’avoir oublié.
Ontem foi um dia de sorte, com relação a lançamentos de álbuns. Depois do lançamento de Jali, é a vez de Corneille mostrar seu novo trabalho.
Há vários meses Corneille vem promovendo o novo álbum “Les Inséparables”. Para isto lançou dois clipes ”Le Jour après la fin du monde” e“Des Pères, des hommes et des frères”, um duo com La Fouine. Detalhe quando o primeiro foi lançado, o cantor apareceu no ranking das 26 personalidades preferidas dos franceses numa pesquisa publicada pela JDD.
“Les Inséparables”, o quinto álbum do cantor lançado oficialmente hoje, sucede à Parce qu’on vient de loin (2002), Les Marchands de rêves (2005), The Birth of Cornelius (2007) e Sans titre (2009). Prestes a ouvir o disco, espero que seja muito bom, como um dos discos mais esperados do ano!
O download do álbum pode ser feito a partir deste link.
Depois de muito falar sobre o cantor, mostrar vídeos e ouvir suas músicas, ontem foi o dia do lançamento do primeiro álbum do jovem artista. Des jours et des lunes veio, com certeza, para emplacar Jali em todas as paradas por bastante tempo. Estou baixando o álbum agora, mal posso esperar para ouvir!
Assista mais uma vez o clipe de Española, primeiro single de Jali:
Dona de uma voz extraordinária e maturidade artística, Lala Joy chama a atenção pelos covers bem-sucedidos de músicas internacionais ou francesas, que ela apresenta nos cenários alternativos de Paris. Repertório que ela apresentará num álbum a ser lançado brevemente com um título original “Il y a”.
Lala nasceu em 27 de abril de 1990 em Paris no seio de uma universo musical embalado por pop e jazz. Aos doze anos, determinada a ser cantora, participou de inúmeros castings. Os eventos a ajudaram a perder o nervosismo diante do público e a partir em busca de seus sonhos. Filha da cyber geração, ela começou a divulgar seu trabalho no Facebook e MySpace até ser reparada por um empresário que a apresentou ao produtor e compositor, Akérahim, com quem prepara o primeiro álbum. O disco deverá ter um sotaque misto, que passeará pela trindade jazz, soul e chanson. Conheça o trabalho dela no MySpace e Facebook.
Para quem ainda não conhece, vou falar mais um pouco de Jali. Na verdade, vou mostrar outra música muito boa do cantor: Mon Paris. Muitos devem conhecer somente Española, e essa música mostra que todas as outras que vem por aí são do mesmo nível, todas muito boas! Retiradas do canal Music to Know no Youtube, os vídeos são gravados em acústico ao vivo em um campo. Bem interessante de se ver. Voilà!
Ainda há outras músicas dele que ainda não foram postadas aqui, mas prefiro esperar que saiam os clipes oficiais ou que apareçam em boa qualidade para se ouvir. Então, é isso. Profitez!
Alguém aqui já ouviu falar na cantora Loane? Eu não tinha ouvido até o mês passado (faz tempo que não é atualizado o blog, também…), na aula de francês. A música Jamais Seule fez parte de uma atividade de compreensão oral e interpretação, e é dela que eu vou falar aqui agora. Pelo que eu entendi, Loane, na canção, almeja uma vida simples e sem muitos pensamentos, que a deixam doente, sempre buscando estar desligada das preocupações e, dessa maneira, não se sentir só. Dizem que pensar muito traz doenças mesmo, então vou é seguir a música e não pensar demais. Seguem o vídeo e a letra da canção: