Mais do que um filme de terror, Martyrs é uma verdadeira obra de arte francesa. Brutal, carregado, violento e crativo, o filme é um prato cheio para quem gosta de filmes do gênero. Lançado em 2008, o filme parece, pelas fotos, mas foge dos clichês dos filmes de terror que são lançados atualmente. Tinha o filme comigo mas sempre tive preguiça de assistir por causa do cartaz, que não me chamou a atenção realmente. Erro meu. A primeira parte do filme se desenrola em uma sequencia um pouco confusa para quem está assistindo, que pode se fazer diversas perguntas sobre o que está acontecendo. A partir da segunda metade do filme, tudo vais e encaixando e é aí que começa a melhor parte.
Sinopse: França, começo dos anos 70. Lucie uma garota de 10 anos, esteve desaparecida por um ano quando é finalmente encontrada numa estrada, louca e desorientada, sem conseguir contar o que aconteceu. Seu corpo apesar de maltratado não tem indícios de violência sexual, então é levada a um hospital onde se afeiçoa a outra garota chamada anna, que passa a cuidar dela e estreitar os laços de amizade para que supere a experiência traumática que viveu.
15 anos depois, Lucie está completamente fora de controle, em busca dos responsáveis por todo aquele sofrimento, envolvendo Anna em acontecimentos com consequencias imprevisíveis.



“A Riviera não é aqui” é um filme muito gostoso de assistir que fala do choque cultural de uma maneira bem leve e muito engraçada. O mais interessante é que, nesse filme, “choque cultural” não quer dizer um choque entre culturas de dois países diferentes, como a gente costuma pensar, mas entre modos de viver dentro de um mesmo país. Aqui no Brasil a gente está careca de saber daqueles clichés que atribuímos aos conterrâneos de outros estados. Os paulistas adoraram dizer que os cariocas são folgados, os cariocas adoram dizer que os paulistas são antipáticos, paulistas e cariocas gostam de chamar os baianos de preguiçosos, os mineiros de “quietinhos” e por aí vai…isso quando o bairrismo fica só na piada, por que de uns tempos pra cá “xenofobia” entre os próprios brasileiros parece que virou modinha… Tipo povo do sudeste dizendo que nordestino é “raça inferior” e tem que ser exterminado, por exemplo ( nem vamos comentar o nível de retardo mental do sub-humano que faz uma afirmação desse tipo). 


