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Resolvi fazer uma coisa diferente dessa vez. Em vez de baixar todos os discos de um artista, resolvi baixar o primeiro e analisar música por música, e assim fazer com os próximos álbuns. Claro que não vou fazer de todos se a banda tiver 15 álbuns.

Para começar, escolhi o cantor Saez, do qual recebi um dos clipes “Jeune et Con” em uma newsletter pelo e-mail. Gostei bastante e resolvi ouvir o resto das músicas para saber se era realmente o que eu estava pensando. A análise do álbum “Jours Étranges” pode ser conferida logo abaixo. Profitez-en!


“Jeune et con”, a primeira música, é muito boa – o que te deixa com vontade de continuar ouvindo o resto. A segunda música, “Sauver cette étoile” dá uma quebrada na sua expectativa, por esperar uma música animada e um pouco mais pra cima do que a primeira. É uma música tranquila, com uma voz marcada e sussurada e uma letra muito bonita, o que também acontece com a linda e “Jours Étranges”, que dá nome ao álbum. “Je veux m’en aller” é como um mantra que se repete e fica na sua cabeça por um tempo. A música termina com uma baladinha bem lenta no piano, muito bonita. “Hallelujah” mostra um pouco da confusão na vida do “eu-lírico”, que não se preocupa com o tempo – quer apenas passar por ele, e é como se agradecesse cantando Hallelujah. A música é calma, salvo por um trecho pouco depois da metade, onde cresce de maneira muito bonita. Depois disso, termina do nada, como começou. É uma música legalzinha, mas na minha opinião não merece destaque (embora tenha sido dela que eu mais falei aqui!).

 

“Crepuscule” começa melancólica e sombria assim como a primeira frase e o nome da música fazem lembrar. Foi nessa música que eu percebi que tudo desse álbum é dizer “dans tes bras. Essa música podia ter ficado de fora. Gostei de “Soleil 2000” que, pelo que eu pude entender, resumindo bem, é como nada vai mudar, não há nada a fazer quando chegarem os sóis do ano 2000 (o álbum é de 1999). “Amandine II” é a música animada que eu esperei no começo do CD. Ótima! “Rock’n’roll Star” começa com umas batidas super empolgantes como de música eletrônica. Tem como refrão “C’est plus fort que moi. Je suis une rock’n’roll star!“. Acho que é a melhor do álbum. “My Funny Valentine” tem cara de blues pelo nome, e tem jeito de blues durante a música inteira, até chegarem uns sons estranhos que até ficaram legais no meio. Termina com “Each day is Valentine’s day” e um trechinho de Soleil 2000. “Montée Là-Haut” é a música mais bonita do álbum, na minha opinião. É calma e dá pra relaxar bastante ouvindo. “Petit Prince” fecha o álbum de forma especial, com um arranjo muito bonito e uma letra super interessante.

No geral, não é uma Brastemp, mas é um bom álbum. Nota: 7,5.

Trechos das músicas podem ser ouvidos pela Amazon. O download do álbum pode ser feito por esse link.