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“C’est quoi ce cirque?” – é a pergunta feita pela primeira música do primeiro álbum desse grupo que definitivamente não é composto de jovens. Chamados e unidos por Calogero, eles são cinco. Cinco músicos/cantores/musicistas/cantoras confirmados que fazem muito bem o que têm de fazer, mas escolheram estar juntos. Um por todos e todos pelo todo… Violão, clarineta e teremim para um, guitarra, baixo e gaita para outro, teclas em todos os gêneros, harpa ou mais instrumentos de cordas…

Ao escutar Circus pensamos estar ao redor do fogo em um parque de diersões, mas também nos corais dos Beach Boys, nas trilhas assinadas por Michel Legrand ou Burt Bacharach, nas óperas de Who, nas fanfarras dos Beatles e também nos sintetizadores pop dos anos 80. Todas as referências assumidas, todas as irreverências do pop executadas com a audácia de um pião maluco.

“Pop”, então. Sobre a sua música, Circus fala de “Fellini Rock” como para dizer que tudo é possível e, sobretudo, que tudo é permitido. Ao longo das 13 músicas escritas e interpretadas com a ajuda da compositora Marie Bastide e de alguns amigos, a alegria de cantar e o prazer de tocar, todos juntos, são palpáveis, como é a excitação de Calogero de interpretar um puro baixista (passando de uma sonoridade “Revolver” a “Smile”, “Tommy” ou Nile Rodgers de uma música a outra).

O primeiro single do álbum epônimo é “Sur un fil”, que você pode ouvir logo abaixo:

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O álbum está disponível para download no iTunes.